Cantora de k-pop Park Bo-ram morre aos 30 anos; conheça a trajetória da jovem artista

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Park Bo-ram, cantora de k-pop, morreu na quinta-feira, 11, aos 30 anos. Segundo os jornais sul-coreanos The Korea Times e Korea JoongAng Daily, a informação foi confirmada pela agência da artista, a XANADU Entertainment, nesta sexta, 12.

 

"Park Bo-ram morreu repentinamente na noite de 11 de abril. Todos os artistas e executivos da Xanadu Entertainment estão profundamente em luto por ela, com grande tristeza. O funeral será realizado após consulta à família enlutada… A causa da morte está sendo investigada pela polícia", declarou a empresa em comunicado à imprensa local. A agência solicitou que o público e a mídia não especulem sobre a causa de sua morte. A polícia solicitou uma autópsia do corpo, que será realizada no sábado.

 

A imprensa sul-coreana tem duas versões para os fatos. De acordo com o The Korea Times, a cantora estava bebendo com amigos em um bar em Namyangju, localizado na província sul-coreana de Gyeonggi. Às 21h55, ela foi encontrada inconsciente no banheiro e levada para um hospital. A morte de Park Bo-ram foi confirmada às 23h17. Já segundo outro jornal sul-coreano, Korea JoongAng Daily, Park Bo-ram estava bebendo com duas pessoas na residência de um amigo, quando foi encontrada inconsciente no banheiro, caída sobre uma penteadeira. O tabloide alega, ainda, que a cantora estava tendo um ataque cardíaco quando a emergência chegou ao local, e que tentaram reanimá-la no caminho até o hospital.

 

Quem foi Park Bo-ram

 

Park Bo-ram conquistou popularidade em 2010, aos 16 anos, quando participou do reality show de competição musical Superstar K2, ficando entre os oito melhores artistas da edição.

 

Em 2014, ela lançou oficialmente sua carreira musical - ou seja, debutou, como se diz na indústria musical sul-coreana, que prepara minuciosamente seus artistas antes de apresentá-los ao mundo. Sua primeira música foi Beautiful, e, nos anos seguintes, emplacou outros hits como Celepretty, Sorry, Pretty Bae e Dynamic Love. Ainda gravou faixas para a trilha sonora da novela coreana adolescente Reply 1988.

 

Ao longo da carreira, conquistou notoriedade nas paradas musicais sul-coreanas e colaborou com outros artistas locais, como Eric Nam, Park Kyung, Parc Jae-jung, Lil Boi e Huh Gak. Ela também trabalhou como atriz, em papéis menores de produções televisivas, como na série Persevere, Goo Hae-Ra, de 2015.

 

Havia rumores de que Park Bo-ram preparava um álbum em comemoração aos dez anos de carreira. Em 3 de abril, ela lançou a canção I Miss You.

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Quando chamou o nome de seu novo paciente, um jovem mexicano chamado Luís, na sala de espera de sua clínica em Pasadena, na Califórnia, Lauren Cook encontrou um homem nervoso, constrangido e envergonhado. Luís sofria de transtorno obsessivo compulsivo (TOC) e, entre outras manias, lavava as mãos incontáveis vezes ao dia - a ponto de elas ficarem feridas. "Outros pacientes já haviam descrito o TOC como se o cérebro estivesse 'pegando fogo' e você não tivesse um extintor por perto para apagar o incêndio", relata a psicóloga. Luís é um dos 11 pacientes que tiveram seus casos relatados em Geração Ansiosa - Um guia para se manter em atividade em um mundo instável (Rocco, 2023). Não à toa, a autora compara uma crise de ansiedade à sensação de afogamento.

No livro, você compara crise de ansiedade à sensação de afogamento. Por que as gerações Y (nascidos entre 1981 e 1996) e Z (entre 1997 e 2010) são mais propensas a "morrerem afogadas"?

Sim, comparo o ataque de pânico à sensação de afogamento porque é algo muito assustador. Muitas pessoas têm a sensação de que estão morrendo quando sofrem ataque de pânico. As gerações Y e Z estão experimentando altas taxas de ansiedade por uma série de razões. Muitos se sentem inseguros, enfrentam dificuldades financeiras e são inundados pelas redes sociais. Embora vejam pessoas online constantemente, se sentem mais sozinhos e isolados.

Você diria que as gerações Y e Z são mais ansiosas do que as anteriores? Por quê?

Ao que parece, essas duas gerações apresentam níveis mais altos de ansiedades em comparação com as anteriores. Isso se deve ao fato de que, em suas curtas vidas, essas duas gerações suportaram convulsões políticas, ondas de violência (hoje em dia, qualquer um pode ser vítima de um tiroteio) e se sentem menos esperançosas quanto ao futuro - tanto do ponto de vista financeiro quanto no que diz respeito ao aquecimento global. A tecnologia também desempenha um papel importante. Embora tenhamos hoje mais acesso à informação do que nunca, há também uma grande desvantagem: somos constantemente bombardeados por acontecimentos preocupantes. Além de nos sentirmos excluídos socialmente, também sentimos que os outros estão se saindo melhor. Afinal, só vemos seus "melhores momentos" nas redes sociais.

A ansiedade é genética (nascemos com ela) ou ambiental (aprendemos a ser)?

É uma mistura dos dois: genes e ambiente. Embora alguns sejam mais ativados do que outros (e isso se deve ao centro do medo em nosso cérebro, a amígdala, que varia em termos de tamanho e de nível de resposta), muitos sofreram traumas ou outros eventos estressores. Em outros casos, podemos ter sido criados em famílias onde fomos educados a nos preocupar excessivamente com o futuro. Estava arraigado em nós que a preocupação era essencial para que pudéssemos evitar armadilhas.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Morreu neste sábado, 25, aos 95 anos de idade, o professor Paulo Nathanael Pereira de Souza, ex-secretário de Educação de São Paulo e um dos grandes nomes da educação brasileira. Em 2019, ele recebeu o prêmio Guerreiro da Educação Ruy Mesquita, concedido pelo CIEE e o jornal O Estado de S. Paulo em reconhecimento à sua contribuição ao País. A causa da morte não foi revelada.

Nathanael era presidente emérito e titular da cadeira sete da Academia Paulista de Educação (APE) e da número 26 da Academia Brasileira de Educação (ABE). Também foi presidente do Conselho Federal de Educação e membro do Centro do Professorado Paulista.

Ao longo de sua vida, se dedicou a estudar e emitir pareceres sobre os problemas educacionais brasileiros, sendo autor de mais de 30 livros, entre eles Educação e Desenvolvimento do Brasil e Desafios Educacionais Brasileiros.

"A Academia Paulista de Educação expressa sinceros sentimentos aos familiares e amigos do querido professor", afirmou a APE. De acordo com a Academia, o velório será realizado neste domingo, 26, das 14 às 17h, no Velório Ossel Avelino, na Rua Caetano Pimentel do Vabo, 74, na Vila Prudente. Em seguida, o corpo será cremado no Crematório Vila Alpina, na Avenida Francisco Falconi, 437, em São Paulo.

Repercussão

Hubert Alquéres, ex-secretário estadual de Educação de SP e presidente da Academia, disse à APE que a partida do professor significa que "perdemos um amigo querido mas, sobretudo, um educador gigante, que trabalhou incansavelmente pela educação de qualidade em nosso estado".

"Foi professor, formulador de políticas públicas e fez grandes reflexões sobre a educação pública brasileira. Merece ser reverenciado e lembrado pelas futuras gerações de educadores", afirmou Alquéres.

Marcia Lígia Di Roberto Guidin, editora de livros e educadora, afirmou que deve "muitos ensinamentos" a Nathanael. "Eu o vi e o ouvi dizer que nos últimos anos estava bem desanimado com os rumos de nossas escolas. É hora de descansar, querido guerreiro da educação deste País. Junte-se a outros grandes; tomara que as coisas melhorem para que possamos, de todos os lugares, nos orgulhar de nosso País."

Walter Vicioni, educador e ex-presidente do Senai, afirmou que esta é uma "triste notícia" e lamentou não poder comparecer ao velório, por estar fora do País no momento. "Que nosso bom Deus acolha a alma do nosso confrade Paulo Nathanael, em sua morada eterna, e conforte o coração dos familiares e amigos."

Trajetória

Paulo Nathanael começou sua carreira como professor primário, formado pela escola normal Dr. Álvaro Guião, em São Carlos, no interior de São Paulo. Posteriormente, recebeu o título de Doutor em Educação pela universidade Mackenzie.

Ao longo de sua vida, foi professor de História, diretor de colégios estaduais e inspetor regional de ensino em Itapetininga. Se tornou chefe do Ensino Secundário e Normal do Estado, chefe de gabinete do Secretário Estadual de Educação e secretário estadual de Educação - este último ocorreu em substituição ao Dr. Carlos Pasquale, que à época adoeceu e precisou se afastar.

Foi delegado nacional do 1º censo Escolar Federal do Brasil e presidente da Fundação Cenafor, ligada à Organização Internacional do Trabalho, em Genebra. Assim como conselheiro estadual de Educação e do Conselho Federal (hoje Nacional) - este segundo, chegou a presidir.

Também foi presidente do CIEE de São Paulo e Nacional e reitor de universidades privadas. Em 2019, foi condecorado pela presidência da República com a Comenda do Mérito Educativo Nacional, no mesmo ano em que recebeu o prêmio Guerreiro da Educação Ruy Mesquita.

Existe vida fora do planeta Terra? A resposta para esta pergunta, feita por cientistas há milhares de anos, pode estar mais próxima após cientistas descobrirem um planeta com condições similares ao nosso.

Conforme estudo publicado esta semana na revista científica Monthly Notices of the Royal Astronomical Society, o astro, batizado como Gliese 12 b, tem temperatura e tamanho próximos aos da Terra.

O planeta orbita uma estrela anã M fria e está no trânsito mais próximo já encontrado para esse tipo de sistema, há cerca de 40 anos-luz da Terra. Por estar fora do sistema solar, é definido como exoplaneta.

De acordo com o descritivo do estudo, trata-se de um dos menores níveis de atividade estelar conhecidos para anãs M, o que pode explicar o motivo do planeta ser temperado.

O próximo passo da pesquisa deve incluir o uso do Telescópio Espacial James Webb para analisar a atmosfera do Gliese 12b. Os cientistas devem procurar, principalmente, por indícios de água.

Ainda de acordo com o artigo de descoberta do Gliese 12b, os estudos sobre planetas que orbitam estrelas anãs M começaram por volta de 2010.

"Uma incerteza chave no nosso conhecimento atual desses planetas é se eles podem reter suas atmosferas, um pré-requisito para sua habitabilidade", diz o texto.

"O recentemente lançado JWST (Telescópio Espacial James Webb) é capaz de detectar características atmosféricas de tais planetas com espectroscopia de transmissão e emissão, caso existam."