'Construindo pontes': Alok e Fagner fazem música juntos após crítica do cantor a DJs

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Em novembro do ano passado, o cantor Fagner deu uma entrevista no Podcast do Garotinho onde teceu críticas à música atual, destacando os shows cheios de efeitos tecnológicos de grandes Djs. Segundo ele, os shows seriam um "desastre ambiental".

"Uma das coisas que mais me choca é você pegar um DJ e botar 1 milhão de pessoas. Isso, pra mim, é um desequilíbrio ambiental. Caramba! É um desastre ambiental. O povo vai ver um DJ, que canta meia música e fica ali, fazendo aquelas cenas ridículas", disse.

Agora, o cantor parece ter feito as pazes com os DJs. Em foto publicada pelo Alok na última quarta-feira, Fagner aparece de mãos dadas com o produtor em um estúdio de gravação. Além disso, há o registro de um remix de Borbulhas de Amor, clássico de Fagner.

"Construindo pontes ao invés de muros", escreveu o DJ. "Vou tocar o remix do Fagner em Brasília dia 20 de abril."

Confira o encontro aqui

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Quando chamou o nome de seu novo paciente, um jovem mexicano chamado Luís, na sala de espera de sua clínica em Pasadena, na Califórnia, Lauren Cook encontrou um homem nervoso, constrangido e envergonhado. Luís sofria de transtorno obsessivo compulsivo (TOC) e, entre outras manias, lavava as mãos incontáveis vezes ao dia - a ponto de elas ficarem feridas. "Outros pacientes já haviam descrito o TOC como se o cérebro estivesse 'pegando fogo' e você não tivesse um extintor por perto para apagar o incêndio", relata a psicóloga. Luís é um dos 11 pacientes que tiveram seus casos relatados em Geração Ansiosa - Um guia para se manter em atividade em um mundo instável (Rocco, 2023). Não à toa, a autora compara uma crise de ansiedade à sensação de afogamento.

No livro, você compara crise de ansiedade à sensação de afogamento. Por que as gerações Y (nascidos entre 1981 e 1996) e Z (entre 1997 e 2010) são mais propensas a "morrerem afogadas"?

Sim, comparo o ataque de pânico à sensação de afogamento porque é algo muito assustador. Muitas pessoas têm a sensação de que estão morrendo quando sofrem ataque de pânico. As gerações Y e Z estão experimentando altas taxas de ansiedade por uma série de razões. Muitos se sentem inseguros, enfrentam dificuldades financeiras e são inundados pelas redes sociais. Embora vejam pessoas online constantemente, se sentem mais sozinhos e isolados.

Você diria que as gerações Y e Z são mais ansiosas do que as anteriores? Por quê?

Ao que parece, essas duas gerações apresentam níveis mais altos de ansiedades em comparação com as anteriores. Isso se deve ao fato de que, em suas curtas vidas, essas duas gerações suportaram convulsões políticas, ondas de violência (hoje em dia, qualquer um pode ser vítima de um tiroteio) e se sentem menos esperançosas quanto ao futuro - tanto do ponto de vista financeiro quanto no que diz respeito ao aquecimento global. A tecnologia também desempenha um papel importante. Embora tenhamos hoje mais acesso à informação do que nunca, há também uma grande desvantagem: somos constantemente bombardeados por acontecimentos preocupantes. Além de nos sentirmos excluídos socialmente, também sentimos que os outros estão se saindo melhor. Afinal, só vemos seus "melhores momentos" nas redes sociais.

A ansiedade é genética (nascemos com ela) ou ambiental (aprendemos a ser)?

É uma mistura dos dois: genes e ambiente. Embora alguns sejam mais ativados do que outros (e isso se deve ao centro do medo em nosso cérebro, a amígdala, que varia em termos de tamanho e de nível de resposta), muitos sofreram traumas ou outros eventos estressores. Em outros casos, podemos ter sido criados em famílias onde fomos educados a nos preocupar excessivamente com o futuro. Estava arraigado em nós que a preocupação era essencial para que pudéssemos evitar armadilhas.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Morreu neste sábado, 25, aos 95 anos de idade, o professor Paulo Nathanael Pereira de Souza, ex-secretário de Educação de São Paulo e um dos grandes nomes da educação brasileira. Em 2019, ele recebeu o prêmio Guerreiro da Educação Ruy Mesquita, concedido pelo CIEE e o jornal O Estado de S. Paulo em reconhecimento à sua contribuição ao País. A causa da morte não foi revelada.

Nathanael era presidente emérito e titular da cadeira sete da Academia Paulista de Educação (APE) e da número 26 da Academia Brasileira de Educação (ABE). Também foi presidente do Conselho Federal de Educação e membro do Centro do Professorado Paulista.

Ao longo de sua vida, se dedicou a estudar e emitir pareceres sobre os problemas educacionais brasileiros, sendo autor de mais de 30 livros, entre eles Educação e Desenvolvimento do Brasil e Desafios Educacionais Brasileiros.

"A Academia Paulista de Educação expressa sinceros sentimentos aos familiares e amigos do querido professor", afirmou a APE. De acordo com a Academia, o velório será realizado neste domingo, 26, das 14 às 17h, no Velório Ossel Avelino, na Rua Caetano Pimentel do Vabo, 74, na Vila Prudente. Em seguida, o corpo será cremado no Crematório Vila Alpina, na Avenida Francisco Falconi, 437, em São Paulo.

Repercussão

Hubert Alquéres, ex-secretário estadual de Educação de SP e presidente da Academia, disse à APE que a partida do professor significa que "perdemos um amigo querido mas, sobretudo, um educador gigante, que trabalhou incansavelmente pela educação de qualidade em nosso estado".

"Foi professor, formulador de políticas públicas e fez grandes reflexões sobre a educação pública brasileira. Merece ser reverenciado e lembrado pelas futuras gerações de educadores", afirmou Alquéres.

Marcia Lígia Di Roberto Guidin, editora de livros e educadora, afirmou que deve "muitos ensinamentos" a Nathanael. "Eu o vi e o ouvi dizer que nos últimos anos estava bem desanimado com os rumos de nossas escolas. É hora de descansar, querido guerreiro da educação deste País. Junte-se a outros grandes; tomara que as coisas melhorem para que possamos, de todos os lugares, nos orgulhar de nosso País."

Walter Vicioni, educador e ex-presidente do Senai, afirmou que esta é uma "triste notícia" e lamentou não poder comparecer ao velório, por estar fora do País no momento. "Que nosso bom Deus acolha a alma do nosso confrade Paulo Nathanael, em sua morada eterna, e conforte o coração dos familiares e amigos."

Trajetória

Paulo Nathanael começou sua carreira como professor primário, formado pela escola normal Dr. Álvaro Guião, em São Carlos, no interior de São Paulo. Posteriormente, recebeu o título de Doutor em Educação pela universidade Mackenzie.

Ao longo de sua vida, foi professor de História, diretor de colégios estaduais e inspetor regional de ensino em Itapetininga. Se tornou chefe do Ensino Secundário e Normal do Estado, chefe de gabinete do Secretário Estadual de Educação e secretário estadual de Educação - este último ocorreu em substituição ao Dr. Carlos Pasquale, que à época adoeceu e precisou se afastar.

Foi delegado nacional do 1º censo Escolar Federal do Brasil e presidente da Fundação Cenafor, ligada à Organização Internacional do Trabalho, em Genebra. Assim como conselheiro estadual de Educação e do Conselho Federal (hoje Nacional) - este segundo, chegou a presidir.

Também foi presidente do CIEE de São Paulo e Nacional e reitor de universidades privadas. Em 2019, foi condecorado pela presidência da República com a Comenda do Mérito Educativo Nacional, no mesmo ano em que recebeu o prêmio Guerreiro da Educação Ruy Mesquita.

Existe vida fora do planeta Terra? A resposta para esta pergunta, feita por cientistas há milhares de anos, pode estar mais próxima após cientistas descobrirem um planeta com condições similares ao nosso.

Conforme estudo publicado esta semana na revista científica Monthly Notices of the Royal Astronomical Society, o astro, batizado como Gliese 12 b, tem temperatura e tamanho próximos aos da Terra.

O planeta orbita uma estrela anã M fria e está no trânsito mais próximo já encontrado para esse tipo de sistema, há cerca de 40 anos-luz da Terra. Por estar fora do sistema solar, é definido como exoplaneta.

De acordo com o descritivo do estudo, trata-se de um dos menores níveis de atividade estelar conhecidos para anãs M, o que pode explicar o motivo do planeta ser temperado.

O próximo passo da pesquisa deve incluir o uso do Telescópio Espacial James Webb para analisar a atmosfera do Gliese 12b. Os cientistas devem procurar, principalmente, por indícios de água.

Ainda de acordo com o artigo de descoberta do Gliese 12b, os estudos sobre planetas que orbitam estrelas anãs M começaram por volta de 2010.

"Uma incerteza chave no nosso conhecimento atual desses planetas é se eles podem reter suas atmosferas, um pré-requisito para sua habitabilidade", diz o texto.

"O recentemente lançado JWST (Telescópio Espacial James Webb) é capaz de detectar características atmosféricas de tais planetas com espectroscopia de transmissão e emissão, caso existam."