Leticia Cazarré sobre chegada do sexto filho: 'Não devo arriscar um parto normal'

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A stylist Letícia Cazarré compartilhou com seus seguidores que o sexto filho com o ator Juliano Cazarré chega ao mundo neste sábado, 2. O menino vai se chamar Estêvão.

 

Via stories, Letícia comentou: "Estêvão está quase chegando!", disse, enquanto passava a mão na barriga. Em outro momento, respondendo à caixinha de perguntas dos seguidores, ela também explicou porque optou por cesárea. "Quatro gestações seguidas e bem próximas, três cesáreas seguidas... a opinião dos médicos é que não devo arriscar um parto normal", disse.

 

Ainda nesta quarta, a stylist compartilhou algumas roupinhas do bebê e mostrou que estava se preparando para gravar uma videoaula.

 

Burnout

Em dezembro de 2023, Letícia fez uma live explicando o diagnóstico de burnout que recebeu meses antes. A mulher de Juliano Cazarré comentou que se sente melhor após o turbilhão de emoções. "Do burnout, estou bem melhor! Diria que ficou para trás!", disse.

 

A bióloga e stylist comentou sobre a maternidade, e esclareceu que já estava com sintomas de burnout quando descobriu a gravidez de sua então caçula, Maria Guilhermina, em 2022, o que aumentou sua preocupação.

 

Leticia comentou sobre as complicações na saúde da filha, que nasceu com uma cardiopatia e precisou ficar internada na UTI, além da mudança para São Paulo com a menina e a necessidade de instalar um homecare para os cuidados após a internação do bebê: "É muito difícil explicar tudo o que ela viveu", disse. Ela ressaltou, ainda, o apoio que recebe do marido na criação dos filhos.

 

"No meu caso, o burnout foi em função de um estresse contínuo, uma preocupação contínua, poucas horas de sono durante muito tempo, falta de apetite. E aí, vi que tinha alguma coisa muito desequilibrada no meu organismo", conta.

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Pouco depois da batida do Porsche em um Renault Sandero que causou a morte de um motorista de aplicativo na Avenida Salim Farah Maluf, no Tatuapé, zona leste de São Paulo, a namorada de um dos passageiros do veículo de luxo avaliado em R$1 milhão ligou para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). Os áudios das ligações foram divulgados pelo Jornal Nacional, da TV Globo.

Em uma primeira ligação, a mulher identificada como Juliana pede calma a uma das pessoas que estava no Porsche. "Eu preciso urgente, urgente, de uma ambulância. Marcus, calma, olha pra mim", diz.

A pessoa a quem ela se refere é Marcus Vinícius Rocha, de 22 anos, amigo do motorista do Porsche, Fernando Sastre de Andrade Filho, de 24 anos, que causou a batida. Rocha estava no banco do passageiro do veículo quando o acidente aconteceu.

Juliana fala com o atendente do Samu que apenas uma pessoa está aparentemente bem enquanto outras duas não estão. Entre os envolvidos no acidente, Andrade Filho foi o único que não chegou a ser hospitalizado.

De acordo com a polícia ele abandonou o local do acidente junto da mãe, sob o argumento de que iria tratar de um ferimento no hospital, e se apresentou às autoridades quase 40 horas após o ocorrido sem nenhum ferimento aparente.

Já Ornaldo da Silva Viana, de 52 anos, morreu depois da colisão que jogou o carro que ele dirigia contra um poste. Motorista de aplicativo, ele estava trabalhando no momento em que tudo aconteceu, chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.

A terceira pessoa, Rocha, com quem Juliana falava no início da ligação, foi internado na UTI. O homem teve quatro costelas quebradas, passou por cirurgia para retirada do baço e esteve entubado, em coma, com um derrame pleural bilateral, acúmulo de água no espaço da pleura, uma membrana formada por camadas que revestem o pulmão e a caixa torácica.

Na última quarta-feira, 10, o jovem apresentou melhora no quadro de saúde e saiu da UTI. Ele deve receber alta hospitalar na próxima semana.

Mesmo sem data prevista, Rocha irá prestar depoimento à polícia já que, segundo Roberto Soares Lourenço, advogado do rapaz, ele se lembra de toda a dinâmica do dia do acidente.

Andrade Filho foi indiciado pela Polícia Civil, mas responde em liberdade, já que a Justiça de São Paulo negou dois pedidos de prisão contra o homem. O empresário negou que estivesse dirigindo sob efeito de álcool e que estava um pouco acima de 50 km/h, velocidade permitida na via, ainda que imagens de monitoramento da avenida tenha registrado uma colisão forte entre os dois veículos.

A Vale informou nesta sexta-feira, 12, que realizou as obras de correção da anomalia anteriormente identificada em um dos dispositivos de drenagem da barragem Forquilha III, localizada na mina de Fábrica, em Ouro Preto, em Minas Gerais. Em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a empresa diz que conforme planejamento apresentado à empresa de auditoria que assessora o Ministério Público de Minas Gerais e demais autoridades, foi restabelecida a função de drenagem do dispositivo, eliminando a passagem de sólidos.

Ainda segundo a Vale, representantes da Agência Nacional de Mineração (ANM) inspecionaram o dreno e certificaram a realização da operação.

"A companhia continuará monitorando a estrutura permanentemente, assim como a efetividade da solução implantada, e empreendendo todos os esforços para avançar na descaracterização e na redução do nível de emergência da barragem Forquilha III", afirma a empresa.

Integrantes do Congresso Nacional creem que derrubarão sem maiores problemas o veto parcial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto de lei que proíbe as saídas temporárias dos presos, as "saidinhas". Ao vetar a proposta, Lula permitiu que presos tenham direito a deixar a prisão em datas comemorativas para visitar familiares, sempre com tornozeleira eletrônica.

A aprovação da matéria no Legislativo foi com ampla margem. No Senado, foram 62 votos favoráveis, dois contra e uma abstenção; na Câmara, a proposição passou em votação simbólica, com a anuência de todos os partidos. O governo liberou a bancada e não orientou voto contrário nas duas Casas.

O senador Ciro Nogueira (PI), presidente do PP, diz que o veto será derrubado pelo Congresso "com a maior facilidade", sentimento compartilhado entre outros partidos do Centrão. O deputado federal Mendonça Filho (União-PE) também acredita crer numa derrubada sem muitos problemas.

Os congressistas da oposição foram os mais categóricos em criticar Lula. O senador Sérgio Moro (União-PR) afirma que trabalhará com os colegas para derrubar a proposta. "Lula, ao vetar a lei que colocava fim à saidinha dos presos nos feriados, ignora as vítimas e a segurança da sociedade, e confirma o porquê foi o candidato favorito nos presídios", afirma.

"Nós iremos derrubar o veto dele (Lula), com certeza", diz Bibo Nunes (PL-RS). "Veto de Lula é demonstração de fraqueza do governo. Com certeza será derrubado pelo Congresso Nacional", afirma o deputado federal Sanderson (PL-RS).

Para o Congresso derrubar um veto presidencial, é preciso a maioria absoluta de deputados federais e senadores. Isso significa 257 votos de integrantes da Câmara e 41 membros do Senado. Caso haja menos do que esse número de votos de cada uma das Casas, preserva-se o veto.

O Estadão antecipou que esta seria a posição do ministro para evitar maiores atritos com o Congresso. A recomendação foi feita pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, a Lula. O governo teme uma rebelião de facções criminosas nos presídios caso esse benefício, concedido desde 1984, seja derrubado.

"Nós entendemos que a proibição de visita à família dos presos que já se encontram no regime semiaberto atenta contra valores fundamentais da Constituição, o princípio da dignidade da pessoa humana, o princípio da individualização da pena e a obrigação que o Estado tem de proteger a família", diz Lewandowski.

O texto aprovado do projeto de lei apenas mantém o benefício para o caso de condenados inscritos em cursos profissionalizantes ou que cursem os ensinos médio e superior, somente pelo tempo necessário para essas atividades.

Na legislação em vigor, a autorização é dada aos detentos que tenham cumprido ao menos um sexto da pena, no caso de primeira condenação, e um quarto, quando reincidentes. As "saidinhas" ocorrem até cinco vezes por ano e não podem ultrapassar o período de sete dias.

A proposta também prevê a exigência de exames criminológicos para a progressão de regime penal e o monitoramento eletrônico obrigatório dos detentos que passam para os regimes semiaberto e aberto. O exame avalia "autodisciplina, baixa periculosidade e senso de responsabilidade".