Jennifer Lopez revela motivo de término com Ben Affleck em 2004

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Em 2004, Jennifer Lopez e Ben Affleck estavam preparados para casar, mas antes que eles dissessem sim em frente ao altar, o mundo precisou lidar com o término do casal, um dos mais famosos da época. Vinte anos depois, a estrela pop revelou os motivos.

 

Lopez e Ben se casaram em 2022 depois de reatarem o relacionamento. A cantora, atriz e dançarina contou em seu novo documentário This Is Me… Now: A Love Story que a pressão da fama atrapalhou o casal quando eram jovens e esse teria sido um fator determinante para que eles colocassem um fim na relação três dias antes de trocarem alianças.

 

"Tínhamos um enlace grandioso planejado… 14 recepcionistas e damas de honra, e três dias antes, simplesmente desmoronarmos sob a pressão", conta a cantora no documentário. "Quando Jen e eu terminamos antes, o catalisador para isso foi o enorme escrutínio em torno de nossa vida privada", completou o ator.

 

Segundo Lopez, o rompimento teria colocado os dois no caminho para se descobrirem e, assim, se tornarem pessoas melhores. No filme, Ben questiona a atriz se foi perdoado por ter terminado o noivado tão próximo à data do casamento. "Sim, acho que te perdoei completamente. Acho que preciso me perdoar por algumas coisas", responde.

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O governo de São Paulo desenvolveu um site para a venda de prédios públicos, mas divulgou, de forma equivocada, endereços que não seriam comercializados, segundo o próprio Executivo estadual. Na lista, estavam imóveis como o quartel da Rota, tropa de elite da Polícia Militar, o Hospital das Clínicas e até o parque do Horto Florestal.

A página foi retirada do ar com a inscrição "em manutenção". As informações foram divulgadas inicialmente pelo portal g1 e confirmadas pelo Estadão.

Procurada, a gestão do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) informou um "erro técnico" provocou a divulgação de "informações descontextualizadas".

"A Secretaria de Gestão e Governo Digital (SGGD) informa que o portal imoveis.sp.gov.br está em construção e, por um erro técnico, levou ao ar informações descontextualizadas sobre o patrimônio imobiliário estadual. Para corrigir essa falha, o site foi tirado do ar e em breve voltará a ser disponibilizado.

O site também ofereceu as sedes da Assembleia Legislativa do Estado, do Tribunal da Justiça, do Ministério Público do Estado e do Instituto de Infectologia Emílio Ribas.

O portal chegou a informar as especificações de cada imóvel, como área construída e o endereço, além de um campo que deveria ser preenchido por eventuais interessados. Em alguns locais, até o valor foi informado, como no caso do prédio do Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual (Iamspe), avaliado em R$ 926.082.300.

O deputado estadual Carlos Giannazi (PSOL) chegou a acionar o Tribunal de Contas do Estado e o Ministério Público Estadual pedindo apuração da disponibilidade de imóveis sem consulta à população.

O governo estadual afirmou que o portal foi criado para facilitar o acesso à informação, organizando e centralizando os dados dos imóveis sob a gestão do Estado. "Quando concluída, a página também trará as informações sobre terrenos ou prédios que eventualmente forem destinados à venda", informou o governo.

O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, clamou nesta sexta-feira o Congresso a aprovar temas que fazem parte da agenda prioritária do governo, como projetos de lei ligados à agenda verde. Entre os projetos em discussão, ele comentou que está confiante na aprovação do marco regulatório do mercado de carbono ainda este ano.

Segundo ele, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) quer colocar o projeto para votar já em abril. "Vamos ter como base a recuperação do texto que já tinha sido aprovado no Senado, que foi um grande acordo com o setor do agronegócio", disse.

O ministro também citou sobre o projeto do Combustível do Futuro, que o governo pretende ter aprovado "neste ano, se possível neste semestre", e o das Patentes, com expectativa de votar "o mais rápido possível".

Por fim, Padilha comentou sobre o projeto de lei das eólicas offshore, votado na Câmara com diversos jabutis. "Ali, quero deixar explícito, existem temas que inclusive entram em choque com a expectativa de transição energética e transição ecológica, então o governo vai trabalhar no Senado para a gente recuperar a ideia original das eólicas offshore. O tema específico em relação a este mercado tão importante para investimento no Brasil pode liderar com força, excluindo temas que entraram de outras matrizes energéticas que consideramos não adequado serem discutidos naquele projeto", disse.

Padilha disse estar otimista com essas agendas porque que "são temas que não são de governo ou de oposição", mas unem a agenda do Congresso Nacional. "Tenho convicção absoluta que vão ser aprovados inclusive com maioria muito mais ampla, porque não são de governo ou oposição, são temas que unificam o Brasil."

Desde março, a Embaixada dos Estados Unidos em Brasília e os quatro consulados no Brasil (em São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Porto Alegre) oferecem a opção de pagamento da taxa de solicitação (MRV) por meio de Pix.

Como essa nova alternativa ainda está em fase de implementação, a confirmação do pagamento pode demorar até uma hora, informa a embaixada. Além deste método, os solicitantes ainda podem pagar por meio de cartão de crédito ou boleto bancário.

A taxa para solicitação de visto custa US$ 185 e o pagamento dela é o segundo passo para obter o visto. O primeiro é preencher o formulário DS-160 de forma online. Após o pagamento, o interessado deve agendar a entrevista no consulado ou na Embaixada.

Outras mudanças foram nos endereços do Centro de Atendimento ao Solicitante de Visto (CASV) em Brasília e no Rio de Janeiro. Na capital fluminense, ele agora funciona no Bossa Nova Mall (Av. Almirante Silvio de Noronha, 365/loja SS 101, centro, junto ao Aeroporto Santos Dumont).

Em Brasília mudou para o Aeroporto Internacional de Brasília - Presidente Juscelino Kubitschek, piso mezanino (acesso próximo ao embarque doméstico, no mesmo piso da venda de passagens aéreas das companhias).

Entre janeiro e março de 2024, o número de vistos para os Estados Unidos processados no Brasil cresceu 20% em comparação como o mesmo período do ano passado. Isso significa que mais de 340 mil vistos foram processados em apenas três meses, em todo o território nacional.

Em 2023, foram emitidos 1,1 milhão de vistos no Brasil, uma quantidade recorde, e a expectativa da embaixada é superar esse número em 2024.