'PAC' verde, abraçado por Lira, deve ser votado pela Câmara no retorno do recesso parlamentar

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Umas das prioridades do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), logo após o recesso parlamentar, será votar as pautas remanescentes da chamada agenda verde. A expectativa inicial era de que os projetos fossem apreciados ainda no ano passado, mas alguns foram adiados por divergências na construção do texto. Uma delas é o projeto de lei que cria o Programa de Aceleração da Transição Energética (Paten), uma das propostas que foi abraçada de forma mais firme pelo alagoano.

O Paten, uma espécie de Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) "verde", cria um fundo de financiamento de projetos sustentáveis como alternativa aos subsídios e incentivos fiscais.

Apesar da relatora, deputada Marussa Boldrin (MDB-GO), ter chegado a um acordo com governo sobre os recursos que abasteceriam o fundo, ainda não havia definição de quem será beneficiado pelo programa.

A parlamentar defende que empresas de pequeno, médio e grande porte possam participar da iniciativa.

O relatório especifica apenas que o programa atenderá projetos que se destinem à execução de obras de infraestrutura, pesquisa tecnológica e desenvolvimento de inovação tecnológica, que proporcionem benefícios socioambientais ou mitiguem impactos ao meio ambiente.

A forma como o fundo será abastecido já está pacificada com a equipe econômica, segundo apurou a reportagem.

Os recursos virão de créditos tributários de impostos que as empresas têm para receber da União.

Marussa havia retirado os precatórios por resistência do governo, mas conseguiu convencer o Executivo da necessidade da proposta.

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva cobrou a reabertura do Teatro Nacional de Brasília, que foi fechado em janeiro de 2014 por recomendação do Corpo de Bombeiros e do Ministério Público por descumprir exigências vigentes ao funcionamento. Na fala, ele citou que, na gestão passada, do ex-presidente Jair Bolsonaro, não havia Ministério da Cultura.

"Esse país está tão abandonado que a capital do Brasil tem um Teatro Nacional há 10 anos fechado", disse, em cerimônia de lançamento da Pedra Fundamental do Campus Sol Nascente do Instituto Federal de Brasília (IFB), na região administrativa da capital federal, nesta quinta-feira, 11. Na fala, Lula disse querer dar uma aula inaugural no instituto lançado hoje em um ano.

"Tenho cobrado não apenas do governo estadual, mas da nossa ministra da Cultura Margareth Menezes, que é preciso a gente colocar aquele teatro para funcionar", pediu. Segundo Lula, no Brasil, há a "mania de tombar as coisas; isso não pode mexer, mas a gente não coloca dinheiro para manter, então as coisas vão se deteriorando".

"Todos os prefeitos estão recebendo dinheiro para cultura, todos os governadores dos Estados estão recebendo dinheiro para cultura, ninguém vai dizer que quem gosta de cultura é maconheiro, cachaceiro, vagabundo. Cultura significa consciência política", declarou.

Em novembro do ano passado, o cantor Fagner deu uma entrevista no Podcast do Garotinho onde teceu críticas à música atual, destacando os shows cheios de efeitos tecnológicos de grandes Djs. Segundo ele, os shows seriam um "desastre ambiental".

"Uma das coisas que mais me choca é você pegar um DJ e botar 1 milhão de pessoas. Isso, pra mim, é um desequilíbrio ambiental. Caramba! É um desastre ambiental. O povo vai ver um DJ, que canta meia música e fica ali, fazendo aquelas cenas ridículas", disse.

Agora, o cantor parece ter feito as pazes com os DJs. Em foto publicada pelo Alok na última quarta-feira, Fagner aparece de mãos dadas com o produtor em um estúdio de gravação. Além disso, há o registro de um remix de Borbulhas de Amor, clássico de Fagner.

"Construindo pontes ao invés de muros", escreveu o DJ. "Vou tocar o remix do Fagner em Brasília dia 20 de abril."

Confira o encontro aqui

Inga Stumbriene, influenciadora digital popular na Lituânia, foi alvo de críticas após realizar seu chá revelação com três aviões responsáveis por lançar uma fumaça na cor azul, revelando que espera um menino.

"Não conseguíamos ver por causa da poluição, obrigada", ironizou um seguidor. "O que há de errado com as pessoas hoje em dia?", questionou outro. "Quem são esses poluidores que desperdiçam tanto para dizer a todos qual o sexo do filho?", indagou um terceiro.

Apesar das críticas, a influenciadora e o marido compartilharam inúmeros registros do momento nas redes sociais. Inga também celebrou a repercussão. "Não esperava isso quando planejei a nossa celebração familiar. Uma festa que tocou tantos corações ao redor do mundo."

Para rebater os internautas, ela explicou que um dos aviões foi pilotado por seu pai. A influenciadora restringiu os comentários em algumas de suas publicações.

Confira aqui