O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou esperar uma alta "maior" e "pior" dos preços do petróleo do que a escalada observada nas últimas semanas, em comentários para repórteres nesta tarde. Trump também minimizou o recente comportamento dos mercados acionários, apontando que seguem em níveis elevados depois de baterem máximas históricas que levaram o S&P 500 aos 7 mil pontos.
Nesta sexta-feira, 20, contudo, as bolsas de Nova York fecharam em queda e registraram perdas semanais, com o S&P 500 na casa dos 6,5 mil pontos.
Ao ser questionado, o presidente americano disse que vê "muito suporte público" a ofensiva dos EUA e de Israel contra o Irã no Oriente Médio. O republicano, no entanto, se recusou a comentar sobre o envio de tropas americanas para a região. "Não posso dizer o que faríamos", afirmou.
Trump voltou a repetir que os EUA estão próximos de resolver a situação no Irã e estão "muito adiantados" no cronograma para encerrar o conflito, embora ainda sem estimar um prazo.
Também presente, o secretário de Estado, Marco Rubio, igualmente evitou dar um prazo ou comentar detalhes sobre a possibilidade de os EUA tomarem controle de Cuba. Ao ser questionado, ele se limitou a dizer que os cubanos "já sofreram por muitos anos".
Trump comentou brevemente sobre as eleições de meio de mandato, reiterando críticas a resistência do Partido Democrata em aprovar a identificação de eleitores. "Não querem aprovar porque são trapaceiros", acusou.
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