O USS Gerald R. Ford, maior porta-aviões do mundo, está retornando ao Mediterrâneo para reparos e reabastecimento após um incêndio. Na última semana, mais de 100 camas ficaram inutilizáveis e cerca de 200 marinheiros foram avaliados por inalação de fumaça após chamas atingirem uma lavanderia, de acordo com oficiais militares.
Eles também disseram que, embora o incêndio tenha sido extinto em poucas horas, os esforços mais amplos de controle de danos levaram cerca de 30 horas. O segundo mais novo porta-aviões da Marinha deverá atracar na base naval de Creta ou em outro porto na Europa.
O USS Gerald R. Ford está atualmente operando no Mar Vermelho e sua partida significará que o Comando Central dos EUA terá apenas um porta-aviões apoiando as operações contra o Irã. O navio deverá ser substituído pelo USS George Bush, segundo informações do The New York Times.
Além do incêndio, o porta-aviões também tem problemas com as instalações sanitárias, com ralos entupidos e longas filas nos banheiros, segundo a rádio RFI. Um relatório governamental divulgado em 2020 afirma que os ralos do navio entopem "inesperadamente e com frequência", o que exige uma limpeza regular cujo custo chega a R$ 400 mil.
Ainda segundo a RFI, o comando do navio informou que "os incidentes de entupimento de ralos são resolvidos rapidamente por pessoal treinado em solução de problemas e engenharia, com tempo de inatividade mínimo". (Com agências internacionais)
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