Líderes da União Europeia se reúnem a partir desta quinta-feira, 23, no Chipre, para discutir as regras que obrigam os 27 países-membros do bloco a se ajudarem em tempos de crise, sob impacto das ameaças do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de não mais colaborar com a segurança dos aliados da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).
Os líderes trabalharão em "um plano operacional" para fazer o melhor uso dos ativos militares, de segurança e da política comercial da União Europeia em tempos de necessidade, segundo o presidente do Chipre, Nikos Christodoulides.
No mês que vem, enviados da União Europeia participarão de exercícios para simular como os tratados do bloco podem ser usados para fornecer assistência coletiva a uma nação em caso de ataque ou invasão de uma país hostil, como a Rússia.
A recente reflexão sobre como os europeus poderiam se defender ganhou força depois que Trump ameaçou anexar a Groenlândia, que é uma parte semiautônoma do reino da Dinamarca, um membro da Otan.
Vários países europeus enviaram apenas alguns soldados cada para a ilha na costa do Canadá, em uma demonstração altamente simbólica de solidariedade com a Dinamarca. Trump vociferou que imporia tarifas aos países que participaram da mobilização, mas acabou recuando. Fonte: Associated Press.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
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