O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou a federação entre União Brasil e Progressistas (PP), chamada de União Progressista. Com a oficialização, os partidos devem atuar como se fossem uma única legenda em todo o País por, no mínimo, quatro anos. A aliança foi firmada em agosto no ano passado, mas só passa a valer com a aprovação pelo TSE.
O União Progressista terá a maior bancada na Câmara dos Deputados (101 nomes), o maior número de governadores (sete) e de prefeitos eleitos em 2024 (1.383). A federação também terá a maior fatia do fundo eleitoral (R$ 953,8 milhões, segundo valores de 2024) e do fundo partidário (R$ 197,6 milhões).
O novo grupo é definido por lideranças como "conservador, mas não reacionário", de "oposição" e "prego no caixão do velório" do PT e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Segundo o presidente do União Brasil, Antonio Rueda, as duas legendas passaram por um período de alinhamento político e programático desde quando a criação da federação foi anunciada em abril de 2025 durante um evento no Congresso Nacional.
"Essa federação nasce após um longo período de conversas e discussões pautadas pelo espírito de sempre, que é oferecer aos brasileiros os melhores projetos e os mais qualificados quadros. Agora, formalmente autorizados pelo Tribunal Superior Eleitoral, é hora de começarmos a concretizar tudo aquilo que planejamos: fazer o Brasil se desenvolver e gerar dignidade aos brasileiros", afirmou Rueda.
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