O presidente da República em exercício, Geraldo Alckmin (PSB), afirmou que o governo brasileiro tem o dever de minimizar os efeitos da guerra no Oriente Médio envolvendo Irã, EUA e Israel.
"Nós estamos num momento excepcional, excepcional. Que queremos, não temos o condão de acabar com a guerra, mas temos o dever de minimizar os seus efeitos, que o mundo inteiro está sofrendo, o mundo todo", iniciou Alckmin. "O presidente Lula tomou um conjunto de medidas procurando reduzir o impacto no caso do diesel, medidas de subvenção, de retirada de impostos. Os estados têm até o dia 22 para aderir a redução também do ICMS", lembrou.
Ele ainda frisou que a proposta não é de adesão obrigatória. "Porque da outra vez quando isso foi feito, os Estados foram à justiça e o governo teve que pagar uma indenização de R$ 27 bilhões aos Estados. Então, agora não é obrigatório, mas nós estamos confiantes que até o dia 22 a gente possa ter unanimidade. Esse é o trabalho, buscar unanimidade junto aos Estados."
Sobre possível subvenção à gasolina, Alckmin disse que, neste momento, ela não está sendo avaliada, "até porque a Petrobras não aumentou a gasolina, ela não teve nenhum reajuste. O que teve reajuste foi no diesel". De manhã, o novo ministro da Secretaria de Relações Institucionais, José Guimarães, disse que o governo estuda uma série de medidas envolvendo combustíveis, dentre elas, uma para reduzir o preço da gasolina. Segundo Guimarães, o pacote anunciado até aqui, de subvenções sobre o óleo diesel, "não basta, porque tem agora a gasolina".
O vice-presidente, que está como presidente em exercício em virtude de viagem internacional do presidente Lula, concedeu uma coletiva de imprensa na tarde desta quinta-feira, 16, para comentar a portaria sobre os critérios de acesso ao Plano Brasil Soberano.
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