A Polícia Federal (PF) está investigando o suicídio de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o "Sicário" de Daniel Vorcaro, após este ser preso nesta quarta-feira, 4. Ele chegou a receber atendimento e foi levado ao hospital, mas não resistiu e morreu. O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou ao portal G1 que "toda a ação dele e o atendimento pelos policiais estão filmados sem pontos cegos".
O ocorrido foi comunicado pela Polícia Federal ao gabinete do ministro André Mendonça, relator do caso Master no Supremo Tribunal Federal (STF). Todos os registros em vídeo que mostram o caso devem ser entregues à Corte.
O ato ocorreu enquanto Luiz Phillipi Mourão estava sob custódia na Superintendência Regional do órgão em Minas Gerais. Ele foi preso pela Polícia Federal na terceira fase da Operação Compliance Zero.
Segundo nota publicada pela PF de Minas Gerais, "ao tomarem conhecimento da situação, policiais federais que estavam no local prestaram socorro imediato, iniciando procedimentos de reanimação e acionando o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu)".
De acordo com fontes da Polícia Federal, Luiz Phillipi Machado de Moraes teria se enforcado usando a própria camiseta. Ele foi inicialmente reanimado por cerca de 30 minutos pelo Grupo de Pronta Intervenção da PF/MG (GPI) e levado ao hospital com a chegada da equipe médica do Samu, que o levou ao Hospital João XXIII, onde acabou não resistindo.
Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o "Sicário" era responsável pela obtenção de informações sigilosas, monitoramento de adversários e neutralização de situações consideradas sensíveis aos interesses de Vorcaro, dono do Banco Master.
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