A parcela de títulos da Dívida Pública Federal (DPF) atrelada à taxa Selic aumentou de 48,99% em maio para 49,32% em junho, informou o Tesouro Nacional nesta quarta-feira, 29. O Plano Anual de Financiamento (PAF) de 2026 prevê um intervalo de 46% a 50% para a participação desses títulos.
A participação dos papéis pré-fixados cresceu de 21,0% para 21,04%. O mínimo previsto no PAF é de 21% e o teto para esses papéis é de 25%. A parcela dos títulos indexados à inflação caiu de 26,26% para 25,90%, contra um intervalo de 23% a 27% no PAF. Os papéis cambiais passaram de 3,75% para 3,74%. No PAF, esse intervalo vai de 3% a 7%.
A parcela da DPF a vencer em 12 meses reduziu de 20,26% em maio para 20,07% em junho. No PAF de 2026, o intervalo previsto é de 18% a 22%.
O prazo médio da dívida caiu de 4,07 anos para 4,01 anos. Os limites do PAF são de 3,8 a 4,2 anos para 2026. O custo médio acumulado em 12 meses da DPF aumentou de 12,31% ao ano em maio para 12,68 % ao ano em junho.
0 Comentário(s)