O presidente francês Emmanuel Macron prometeu na segunda-feira (9) defender o Chipre, dias após enviar um navio de guerra para a nação insular do Mediterrâneo Oriental, onde um drone Shahed atingiu uma base aérea britânica em sua costa sul na semana passada durante a guerra no Irã.
Em uma demonstração de força, Macron disse que também iria implantar um total de oito navios de guerra, dois porta-helicópteros e o porta-aviões nuclear Charles de Gaulle para o Mediterrâneo Oriental e a região mais ampla do Oriente Médio, chamando o movimento de "sem precedentes". Ele deve embarcar no De Gaulle, que atualmente está navegando "muito perto" de Chipre.
Macron também comentou a iniciativa liderada pela França que envolverá nações europeias e não europeias ajudando a escoltar petroleiros com o objetivo de reabrir gradualmente o Estreito de Ormuz "assim que a fase mais intensa do conflito terminar".
"Quando Chipre é atacado, é a Europa que é atacada", disse Macron, após conversas com seu homólogo cipriota Nikos Christodoulides e o primeiro-ministro grego Kyriakos Mitsotakis na principal base aérea de Chipre, perto da cidade de Paphos, no sudoeste. "Estamos ligados uns aos outros por parcerias estratégicas."
Macron ordenou que a fragata francesa Languedoc fosse para as águas ao largo de Chipre, um membro da União Europeia, para reforçar suas defesas antidrone e antimísseis. O presidente francês também enviou na semana passada defesas terrestres antidrone e antimísseis para a ilha.
A Grécia já despachou quatro aviões de combate F-16 para a base aérea de Paphos e suas duas fragatas de última geração Kimon e Psara já estão patrulhando ao largo de Chipre, encarregadas de interceptar quaisquer mísseis ou drones. Fonte: Associated Press.
*Conteúdo elaborado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pelo Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
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