O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revisou o resultado da produção industrial de queda de 0,2% para recuo de 0,9% em maio ante abril de 2026. Em abril ante março, o avanço de 0,7% foi revisado para 1,2%. Em março ante fevereiro, o dado foi revisto de alta 0,3% para 0%. Em fevereiro, a taxa foi revista de 1,1% para 1%. Em janeiro, de 2,2% para 2,1%.
Em bens de capital, a taxa de abril foi revisada de -0,1% para -0,2%. A de janeiro, foi revista de 2,9% para 2,8%.
Em bens intermediários, houve revisão da taxa de maio, de -0,4% para -0,5%. Em abril, foi de 1,6% para 1,5%. Em março, de 0,6% para 0,4%. Em fevereiro, de 1,2% para 1,3%.
Na categoria de bens de consumo duráveis, a taxa de maio de 3,6% para 3,5%. A de abril foi de -3,1% para -3,3%.
O resultado de bens de consumo semi e não duráveis foi revisto de -1,3% para -1,5% em maio. Em abril, de -0,3% para -0,5%. Em março, de 0,4% para 0,3%. Em fevereiro, de 0,6% para 0,5%. Em janeiro, 1,3% para 1,1%.
Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física e foram divulgados nesta terça-feira, 4.
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