Com a circulação do mosquito Aedes aegypti em praticamente todo o território nacional, especialistas reforçam que a principal arma contra a dengue continua sendo a eliminação dos criadouros. Segundo o Ministério da Saúde, a maioria dos focos do mosquito está dentro ou ao redor das residências, tornando a participação da população essencial para reduzir a transmissão da doença.
A recomendação é manter caixas-d’água, tonéis e reservatórios sempre tampados, além de evitar qualquer recipiente que possa acumular água. Garrafas, baldes e potes devem permanecer virados para baixo, enquanto pneus precisam ser armazenados em locais cobertos. Também é importante retirar folhas e sujeiras das calhas para impedir o acúmulo de água da chuva.
Outros cuidados incluem manter piscinas limpas e tratadas com cloro, colocar areia nos pratos de vasos de plantas, retirar a água acumulada em plantas como bromélias e bambus e realizar a limpeza periódica de ralos, canaletas e demais sistemas de escoamento. Terrenos baldios também devem permanecer limpos e livres de entulhos que possam servir de criadouro para o mosquito.
Os sintomas da dengue incluem febre alta, dores no corpo, dor de cabeça, dor atrás dos olhos, náuseas e manchas avermelhadas na pele. Em casos mais graves, podem ocorrer sangramentos, queda da pressão arterial e comprometimento de órgãos, exigindo atendimento médico imediato. As autoridades de saúde reforçam que dedicar apenas alguns minutos por semana para vistoriar o imóvel pode interromper o ciclo de reprodução do mosquito e contribuir para reduzir o número de casos da doença no país.
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