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As sucessivas ondas de calor registradas em diversas regiões do Brasil têm reforçado o alerta de especialistas para os riscos da exposição solar sem proteção adequada. De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia, a incidência intensa de radiação ultravioleta aumenta significativamente as chances de queimaduras, envelhecimento precoce da pele e desenvolvimento de câncer cutâneo, tornando indispensável a adoção de medidas preventivas no dia a dia.
Entre as principais orientações está evitar a exposição direta ao sol no período mais crítico, entre 10h e 16h, quando a radiação é mais forte. O uso de protetor solar é apontado como a principal barreira contra os danos, sendo recomendado escolher produtos com proteção contra raios UVA e UVB e fator de proteção solar (FPS) acima de 50. Dermatologistas também reforçam que o filtro deve ser aplicado cerca de 30 minutos antes de sair de casa e reaplicado a cada duas horas, especialmente após suor excessivo ou contato com água.
Além do protetor, outras formas de proteção ganham importância neste cenário de calor extremo. Chapéus de aba larga, bonés, viseiras, óculos escuros e roupas leves de algodão ajudam a reduzir a exposição da pele. A hidratação constante também é essencial, não apenas para o funcionamento do organismo, mas para manter a pele protegida e evitar ressecamento, irritações e outros problemas dermatológicos.
A expectativa é de que as ondas de calor continuem se repetindo ao longo dos próximos meses, exigindo atenção redobrada da população. Especialistas alertam ainda para cuidados extras com crianças, idosos e animais de estimação, grupos mais vulneráveis aos efeitos das altas temperaturas. A combinação de prevenção, informação e hábitos saudáveis é apontada como a principal estratégia para reduzir os impactos do sol intenso sobre a saúde da pele.
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