O número de mortos subiu para 22 neste sábado, 28, em decorrência da queda de um avião militar que transportava 18 toneladas de novas notas bancárias, ocorrida um dia antes perto da capital boliviana. O acidente danificou cerca de uma dúzia de veículos e espalhou as cédulas pelo chão, informou um comandante da polícia neste sábado.
Para evitar saques, policiais e militares queimaram as caixas de dinheiro na presença do presidente do Banco Central, David Espinoza, que afirmou que as notas "não têm valor legal porque nunca entraram em circulação", sem dar mais detalhes.
Espinoza não especificou a quantia de dinheiro transportada, mas disse que as notas chegaram a Santa Cruz vindas do exterior.
No acidente, outras 29 pessoas ficaram feridas, a maioria passageiros que utilizavam o transporte público no local da queda do avião.
Entre os mortos estão 12 homens, incluindo um membro da tripulação, seis mulheres e quatro crianças, informou o comandante da polícia, Mirko Sokol.
O ministro da Defesa, Marcelo Salinas, afirmou na sexta-feira que o avião Hércules C-130 transportava cédulas bolivianas recém-impressas da cidade de Santa Cruz, no leste do país, quando "pousou e saiu da pista" em um aeroporto de El Alto, cidade vizinha a La Paz, antes de parar em um campo próximo. Os bombeiros conseguiram apagar as chamas que consumiram a aeronave.
Imagens nas redes sociais mostravam destroços da aeronave, carros destruídos e corpos espalhados pela estrada.
Segundo o chefe dos bombeiros, Pavel Tovar, pelo menos 15 veículos foram danificados. Fonte: Associated Press
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado
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