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Diário de Notícias

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Previsão do déficit primário de 2026 passa de R$ 59,019 bi para R$ 57,827 bi no Prisma Fiscal

A mediana das estimativas do Prisma Fiscal para o déficit primário do Governo Central em 2026 diminuiu de R$ 59,019 bilhões em abril para R$ 57,827 bilhões em maio. A estimativa intermediária para 2027, que estava em R$ 50,359 bilhões em abril, foi para R$ 47,965 bilhões. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda nesta segunda-feira, 18. A coleta dos dados foi fechada no 5º dia útil de maio.

"Após as deduções temporárias permitidas pelo arcabouço - precatórios, despesas de educação e saúde, defesa nacional - a expectativa dos agentes de mercado para o resultado primário para fins de cumprimento da meta ficou positiva em R$ 3,5 bilhões, ainda dentro da banda de tolerância", diz a SPE.

A meta fiscal é de superávit de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB) este ano, com tolerância de 0,25 ponto.

DGBB

Os economistas do mercado consultados pela SPE reduziram as estimativas para a Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) como proporção do Produto Interno Bruto (PIB). A mediana para o fim de 2026 saiu de 83,28% em abril para 83,0% em maio. Para 2027, a mediana de DBGG/PIB passou de 86,60% para 86,45%. A estimativa intermediária do Prisma Fiscal para o déficit nominal do governo central este ano subiu, saindo de R$ 1,016 trilhão para R$ 1,051 trilhão.

A mediana para a arrecadação federal subiu de R$ 3,121 trilhões para R$ 3,141 trilhões em 2026, e cresceu de R$ 3,300 trilhões para R$ 3,333 trilhões em 2027. Com isso, a estimativa intermediária para a Receita Corrente Líquida (RCL) do governo central passou de R$ 2,537 trilhões para R$ 2,560 trilhões neste ano, e de R$ 2,682 trilhões para R$ 2,718 trilhões no próximo.

A mediana da projeção do Prisma Fiscal para a despesa total do Governo Central saiu de R$ 2,597 trilhões para R$ 2,615 trilhões em 2026, e de R$ 2,733 trilhões para R$ 2,756 trilhões em 2027.

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