PF busca 14 do tráfico que organizaram no WhatsApp envio de cocaína via Aeroporto de Guarulhos

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A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta quinta-feira, 7, a Operação Bota Fora para prender 14 supostos integrantes de quadrilhas que traficavam cocaína para o exterior por meio do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos. Os agentes ainda vasculham 18 endereços no Estado.

As medidas foram expedidas com base em três investigações sobre o envio da droga para a Europa e África, tanto via malas irregularmente despachadas como por meio do setor de cargas do aeroporto paulista.

Entre os alvos dos inquéritos estão supostos líderes do tráfico em Guarulhos. A Polícia chegou até eles após rastrear grupos de WhatsApp criados para organizar o envio da droga.

Durante as apurações, a PF apreendeu quase 700 quilos de cocaína, no Brasil e no exterior, que teriam sido traficados pelo grupo. A droga seria encaminhada para Alemanha (578 quilos), Portugal (77 quilos) e Etiópia (37 quilos).

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O produtor musical e DJ Ronald, que é filho dos ex-jogadores de futebol Ronaldo Fenômeno e Milene Domingues, revelou quanto cobra por show. Ele deu início à carreira musical em 2022, mas a atuação como DJ começou ainda na adolescência.

Em entrevista ao programa No Lucro, apresentado pelo jornalista Phelipe Siani na CNN Brasil, o jovem de 23 anos disse que pede entre R$ 30 mil e R$ 35 mil por apresentação. "Sou um cara que agrega valor nas festas e nos eventos que estou sendo realmente contratado", afirmou.

"Fazendo a pesquisa de mercado que a gente fez, com o valor que semelhantes cobram, tempo de estudo, tempo de profissão. Querendo ou não, dez anos para você investir em alguma coisa não é pouca coisa. Normalmente, eu saio de casa por volta dos R$ 30 mil, 35 mil", explicou.

Ainda assim, ele acredita que as pessoas não compram ingressos exclusivamente para vê-lo se apresentar: "Sendo muito transparente, sendo muito justo tanto com as pessoas que me contratam quanto com o público que vai me assistir. Eu não vendo bilhete, não sou o cara que 'nossa, o Ronald está indo lá tocar, vamos comprar porque eu vou assistir ele'".

O músico ainda contou que Ronaldo o influenciou na carreira musical. "Meu pai sempre foi muito baladeiro, precisava de alguém para realmente comandar esse som e eu sempre fui demonstrando interesse nessa profissão. E ele, vendo isso, foi se aproveitando e dando espaço para eu também amadurecer esse hobby que ao longo dos anos foi se tornando uma profissão", contou.

Em uma entrevista de 2022 à coluna Direto da Fonte, do Estadão, Ronald falou sobre esse apoio dos pais: "São meus maiores fãs. Assim como eles já fizeram, estou correndo atrás de um sonho". Na ocasião, ainda completou: "Me vejo trabalhando como DJ até os 70, 80 anos. Como não é esporte, não preciso me limitar. Se precisar, posso tocar sentado."

O empresário Roberto Medina, presidente do Rock in Rio, conversou com jornalistas brasileiros minutos antes da abertura da 20° edição do Rock in Rio Lisboa, neste sábado, 15. Ao reafirmar que ajudou a construir o show business no Brasil quando lançou o Rock in Rio, em 1985, Medina disse que ainda tem vontade de surpreender o mercado e provar, sobretudo para uma nova geração, que é possível "fazer acontecer". "Recentemente, pedi para a minha equipe projetar um estacionamento para carros voadores para edição de 2026 do Rock in Rio. Por que não? Mesmo que ainda tenham poucos, vamos fazer", disse.

Medina ainda disse que trabalha em um projeto de transformar a Cidade do Rock brasileira em uma estrutura permanente, que possa atender à cidade em outros eventos.

"Podemos ter um mini shopping, hotel e teleférico, por exemplo". A descrição casa com o novo espaço em que a edição portuguesa ocorre neste ano, no Parque Tejo, que, em 2023, recebeu a Jornada Mundial da Juventude. O local fica próximo ao Parque das Nações, onde uma teleférico oferece uma vista panorâmica do Rio Tejo.

Toda essa estrutura extra música reforça a ideia de que os festivais precisam oferecer uma "experiência". "Mas é isso. O público não vai assistir apenas à banda, vai para ter essa experiência mesmo. Isso que será inesquecível para ele", disse Medina, sobre o que chamou de "estratégia da emoção" para atrair o público e fortalecer a marca.

"Você acha que o cara que viu a Madonna a 3km de distância na Praia de Copacabana ficou chateado com isso? Ele vai sempre se lembrar que estava lá", disse.

Questionado pela reportagem se os recentes cancelamentos das turnês que as cantoras Ivete Sangalo e Ludmilla fariam em estádios, que seriam produzidas pela empresa 30e, indicam algum problema no show business, Medina disse que o mercado da música está "normal".

"Não sei o que houve. Me parece que é uma empresa nova. O mercado está normal. Não aconteceu nada de extraordinário. Se a Ivete quiser, ela lota estádios no Brasil todo", disse o empresário.

Ivete se apresentará no Rock in Rio Lisboa no próximo dia 22 de junho, no segundo final de semana da edição lisboeta do festival.

Neste primeiro fim de semana, se apresentam bandas como Scorpions e Evanescense e os cantores Ed Sheeran e Jão. A expectativa de público é de 80 mil pessoas por dia.

*O jornalista viajou a convite do festival

Na última sexta-feira, 14, Anahí surpreendeu ao falar sobre o imbróglio judicial envolvendo a turnê Soy Rebelde Tour, do grupo RBD.

A cantora, abordada pela imprensa após um ensaio fotográfico, comentou sobre sua relação com o ex-empresário do conjunto, Guillermo Rosas, acusado de fraude monetária durante a turnê de reunião dos mexicanos, e de quem ela era amiga há 18 anos.

"O que posso dizer é que, como todo mundo, eu também quero clareza e que as coisas sejam colocadas em ordem para todos nós. Acho que isso é o que todos queremos e o que eu também quero", disse.

Anahí também afirmou estar aguardando o término de uma segunda auditoria sobre o caso, após a primeira ter determinado irregularidades na turnê que passou pelo Brasil em 2023.

A artista ainda celebrou o sucesso do reencontro do RBD. "Quando tomamos a decisão de fazer a Soy Rebelde Tour, fizemos isso com toda a alegria e amor do mundo para que eu estivesse junto novamente no palco. Eu não conseguia superar a emoção", contou, sem dar informações sobre uma possível sequência do projeto.