O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) subiu 3,05% na segunda prévia de novembro, após ter aumentado 2,92% na segunda leitura de outubro. A informação foi divulgada ontem, 18, pela FGV. Com o resultado, o índice acumulou elevação de 21,70% no ano de 2020 e alta de 24,25% em 12 meses.

A FGV informou ainda os resultados dos três indicadores que compõem a segunda prévia do IGP-M de novembro. O IPA-M, que representa os preços no atacado, aumentou 3,98% em novembro, ante um avanço de 3,75% na segunda medição do mês passado. O IPC-M, que corresponde à inflação no varejo, subiu 0,51% na segunda leitura de novembro, depois da alta de 0,71% em igual prévia de outubro.

Já o INCC-M, que mensura o custo da construção, teve avanço de 1,38% na segunda medição deste mês após uma elevação de 1,50% na anterior.

A gasolina ficou mais cara, mas o aumento mais brando nas passagens aéreas desacelerou a inflação ao consumidor na segunda prévia de novembro do IGP-M.

No IPC-M, seis das oito classes de despesa registraram taxas de variação mais baixas, com destaque para o grupo Educação, Leitura e Recreação, que passou de uma alta de 3,05% na segunda prévia de outubro para elevação de 0,20% na mesma leitura deste mês.

Os demais decréscimos ocorreram nas taxas dos grupos Alimentação (de 1,66% para 1,24%), Vestuário (de 0,40% para 0,18%), Despesas Diversas (de 0,14% para -0,01%), Habitação (de 0,31% para 0,28%) e Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,11% para 0,09%). As maiores influências partiram dos itens frutas (de 2,92% para -0,65%), roupas (de 0,43% para 0,11%), conserto de aparelho telefônico celular (de 0,12% para -0,55%), tarifa de eletricidade residencial (de 0,13% para -0,11%) e artigos de higiene e cuidado pessoal (de 0,19% para 0,16%).