As vendas do comércio varejista estão 5,4% abaixo do pico alcançado em outubro de 2014, segundo os dados da Pesquisa Mensal de Comércio referentes a janeiro de 2020, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No varejo ampliado, que inclui as atividades de veículos e material de construção, o volume vendido em janeiro estava 8,0% aquém do patamar recorde alcançado em agosto de 2012.

Atividades

Cinco entre as oito atividades do varejo registraram perdas na passagem de dezembro de 2019 para janeiro de 2020, segundo o IBGE.

As perdas ocorreram em Móveis e eletrodomésticos (-1,9%), Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-1,6%), Combustíveis e lubrificantes (-1,4%), Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-1,2%) e Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,2%).

As três atividades com avanços foram Tecidos, vestuário e calçados (1,3%), Livros, jornais, revistas e papelaria (0,2%) e Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,1%).

Já no comércio varejista ampliado, que inclui as atividades de veículos e material de construção, o volume de vendas avançou 0,6% em janeiro ante dezembro. O setor de Veículos, motos, partes e peças cresceu 8,5%, enquanto Material de construção teve redução de 0,1%.

Vendas caíram 1,0% em janeiro ante dezembro, diz IBGE

As vendas do comércio varejista caíram 1,0% em janeiro ante dezembro, na série com ajuste sazonal, informou IBGE. A queda foi maior que a mediana das estimativas, negativa em 0,4%, ficando perto do piso do intervalo das previsões dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast, que esperavam desde uma baixa de 1,30% a avanço de 0,50%.