É cada vez maior o número de brasileiros que buscam uma vivência internacional através do intercâmbio cultural, que vai além da viagem turística e que se materializa através da educação fora do país. Não é a toa que, a IE – agência especializada em educação internacional e carreira teve um crescimento de 32% em 2014 e espera aumentar em 30% o seu faturamento em 2015. 

Desde 1998, ano de sua fundação, a agência já enviou mais de 80 mil brasileiros para o exterior, sendo que último ano, a IE enviou para o exterior 10.820 estudantes de todo o Brasil. "As novas exigências do mercado de trabalho, a busca por um diferencial profissional, o interesse por outras culturas e a procura por novas oportunidades de trabalho são os fatores que motivam a pessoa estudar no exterior", afirma Marcelo Melo, diretor da IE.

Assim, por conta do crescimento da demanda de intercâmbio, há um aumento das opções de cursos, escolas, universidades, destinos, tipo de acomodação e até de operadoras de intercâmbio. "Com tantas opções, fica difícil para o estudante identificar o melhor o caminho a seguir, aí que entra a agência de intercâmbio, ela ajudará o intercambista a traçar sua rota, irá orientá-lo para que possa viabilizar o seu embarque e prepará-lo para lidar da melhor maneira com questões difíceis que possa se deparar durante a sua estadia no exterior", complementa Marcelo Melo. 

Há algumas informações básicas e importantes que o estudante precisa saber sobre intercâmbio antes de fazer. Preparamos uma lista com os principais pontos que não podem ser esquecidos:

Passaporte
É imprescindível que o passaporte tenha validade de no mínimo seis meses para frente da data que está programada a volta do intercambista.

Visto
O tipo de visto depende do país e da duração do intercâmbio. 

Cursos
O aluno deve escolher a opção de educação e experiência internacional que melhor se adéqua ao seu objetivo profissional. As opções existentes são: cursos regulares de idiomas, cursos de idiomas com atividades, cursos de idiomas com foco profissional, cursos de especialização, high school, graduação, pós-graduação, trabalho temporário no exterior e voluntariado. 

Destino
A primeira pergunta que o futuro intercambista deve se fazer é: qual o meu objetivo com esta viagem? Todo o plano de viagem envolve preferências: datas, clima, disponibilidade financeira e comportamento cultural. 

Hospedagem 
As opções de hospedagem são: casas de família, dormitórios e residências estudantis, apartamentos e hotéis. Sendo que na maioria dos casos o intercambista pode optar por quarto individual ou compartilhado. 

Assistência de viagem e Seguro saúde
Para todo intercâmbio é exigido que o estudante tenha cobertura de saúde durante a estada no país escolhido, para tanto são oferecidas diversas opções de assistência ou seguro. 

Dinheiro
O intercambista deve levar parte do dinheiro em espécie para a chegada, cerca de US$ 200. O restante do montante é sugerido e mais seguro levar em cartão pré-pago, também chamado de cartão VTM. 

Bagagem
Fazer as malas pode parecer simples, mas é uma tarefa importante. Na hora de montá-las o estudante precisa apostar em roupas versáteis - aquelas peças chaves que combinam com várias outras, deve evitar conjuntos - eles têm uso mais restrito, pode esquecer aquelas peças que estão há tempos no guarda-roupa e quase nunca foram usadas por falta de vontade e leve sapatos confortáveis. 

Estudo 
No primeiro dia na escola, o intercambista passa por um teste de nivelamento do idioma. Através desta avaliação é definido o nível em que o estudante irá se encaixar.
É importante salientar que para obter um resultado satisfatório, o intercambista deve estudar diariamente em casa. 

Agência de intercâmbio
O papel da agência de intercâmbio é importantíssimo, pois ela que ajudará o estudante a conciliar seus objetivos profissionais e pessoais e, através destes, escolher o curso e o destino ideal para um resultado satisfatório que proporcione uma realização positiva na vida do intercambista. Uma boa agência de intercâmbio tem o selo da Belta (Associação Brasileira das Agências de Intercâmbio) e preocupa-se com os objetivos, preferências e perfil do aluno, oferecendo escolas com qualidade comprovada. O intercambista deve desconfiar de escola com valor muito reduzido, além do excesso de brasileiros, essas escolas correm o risco de perder a licença de funcionamento.

Fonte: DINO