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Colômbia avalia decreto para elevar tarifas para Equador a 50% em meio a tensões comerciais

O governo colombiano listou um decreto que eleva de 30% a 50% as tarifas para vários produtos provenientes do Equador, o que equipararia a medida e a tomada pelo governo equatoriano em meio a uma guerra comercial que dura desde janeiro.

Se trata de um projeto de decreto que ainda não está em vigor e que foi conhecido pela imprensa nas últimas semanas, e que o Ministério da Indústria e Comércio abandonou a norma para receber comentários antes de sua assinatura definitiva.

O Equador elevou os impostos a produtos colombianos de 30% para 50% desde domingo, indicando que esse país não realizou ações concretas para controlar a segurança na fronteira binacional, onde há presença de grupos ilegais que realizam atividades ilícitas como o narcotráfico.

O presidente equatoriano Daniel Noboa aplicou inicialmente uma multa para protestar contra a falta de ações da Colômbia para combater a ilegalidade e depois de um saldo comercial bilateral deficitário em cerca de US$ 850 milhões.

Desde então, ambos os países mantiveram encontros de nível ministerial para buscar uma solução para suas diferenças sem sucesso. As medidas irritaram empresários de ambos os países que alertaram para impacto severo em seus negócios.

Noboa chamou o país vizinho de "seu pior sócio comercial" e defendeu o aumento tarifário. Seu par colombiano, Gustavo Petro, se enfocou em defender sua política de segurança.

"A imposição de um valor ad valorem de 50% por parte do Equador impede que qualquer exportação colombiana para esse país seja economicamente viável", afirma o projeto de decreto colombiano. "As importações da Colômbia de produtos equatorianos caíram 75%", o que significaria US$ 640 milhões.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast

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